Resultado supera recorde anterior e destaca procura por livros de história, legislação e educação cidadã
A Livraria do Senado vendeu mais de 20 mil exemplares na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. O evento terminou no último domingo (13), no Distrito Anhembi.
O resultado supera o recorde anterior da Livraria do Senado. Em 2024, o estande vendeu 13.410 exemplares na Bienal de São Paulo. Já em 2025, a livraria comercializou mais de 17 mil livros na Bienal do Rio de Janeiro.
Estande levou 22 mil exemplares
Para a edição de São Paulo, a Livraria do Senado levou 22 mil exemplares de cerca de 250 títulos.
Além disso, o estande ofereceu as publicações a preço de custo. A estratégia ampliou o acesso do público a livros produzidos pelo Senado Federal.
Entre os títulos disponíveis estavam obras sobre história, política, legislação, cultura e educação cidadã. A participação do Senado também incluiu atividades para aproximar os leitores das ações da instituição.
Constituição Federal esteve entre os destaques
A Constituição Federal ficou entre os títulos mais procurados durante a Bienal.
As 2,4 mil unidades disponíveis se esgotaram. Além disso, o público também buscou livros sobre legislação, o Vade Mecum e obras relacionadas à história do Brasil.
Outro destaque foi A História dos Símbolos Nacionais. As 450 unidades disponíveis também chegaram ao fim.
A coleção Em Miúdos, voltada para a educação cidadã de crianças e jovens, também esteve entre as publicações mais procuradas.
Programação aproximou leitores do Senado
Além da venda de livros, o estande recebeu uma programação própria.
O espaço promoveu rodas de conversa, oficinas e lançamentos. Também houve atividades relacionadas ao Arquivo do Senado, aos 200 anos da Biblioteca do Senado e ao programa e-Cidadania.
Dessa forma, a presença da instituição na Bienal não ficou restrita à comercialização de livros.
Bienal reuniu 760 mil visitantes
A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo recebeu cerca de 760 mil visitantes durante os dez dias de evento, segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL).
A edição ocupou 87 mil metros quadrados do Distrito Anhembi. Além disso, a organização registrou crescimento de 57% na média diária de faturamento dos expositores em comparação com 2024.
Com isso, o evento também movimentou diferentes setores da cadeia do livro e ampliou o contato entre leitores, autores e editoras.
Resultado supera marcas anteriores
O desempenho da Livraria do Senado na Bienal de São Paulo representa um novo recorde de vendas do estande em uma edição do evento.
Ao todo, mais de 20 mil exemplares chegaram às mãos dos visitantes. Assim, a participação do Senado reforçou a procura por publicações institucionais, jurídicas, históricas e culturais durante a Bienal.
O resultado também supera as marcas registradas em edições anteriores. Por isso, a venda de livros se tornou um dos destaques da participação da instituição no evento de 2026.
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Fontes: Senado Notícias | Rádio Senado | Câmara Brasileira do Livro (CBL).
